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VLOG QUASE DIÁRIO


DIA 7: LIMITES, MATA NATIVA E O QUE REALMENTE FUNCIONA EM MARAÚ
Regina sabia o que funcionava em Maraú — materiais disponíveis, fornecedores, técnicas adequadas ao clima úmido do litoral da Bahia e, principalmente, o que não funcionava. Isso mudou completamente o rumo do projeto. Foi assim que evitamos construir um Pavilhão da Bienal no meio do mato. Desde o início ficou claro que a casa precisaria caber no território. O plano diretor do loteamento exigia 60% de área permeável, mas mais do que cumprir regra, queríamos preservar o máximo p

Nancy Silva
16 de mar.2 min de leitura


DIA 4: CONSTRUTORES, BR-030 E A VIDA REAL DA OBRA
Como encontrar o construtor certo salvou nosso projeto Foto: Reprodução | Carlos Alberto Maier A busca por um construtor virou saga. Construir em Algodões exige alguém que entenda do território: solo arenoso, lençol freático muito próximo à superfície, vegetação nativa protegida, chuva e a epopeia de transportar tudo pela BR-030. Foi assim que encontramos o Alcinei. Conversamos com outras pessoas, mas com ele o santo bateu. Ele topou mostrar suas obras na região — algo essenc

Nancy Silva
17 de fev.1 min de leitura


DIA 1: SONHAR A CASA NA PENÍNSULA DE MARAÚ
Bacurau é aqui e agora. Tetéia vem aí! Tudo era planta e mato. Nessa foto da esquerda para direita Rodris, Regina e Alcinei. Essa é a primeira publicação do Quase Diário da Tetéia e, como o nome sugere, não acontecerá diariamente, nem será linear. Até aqui muita água já passou por baixo da ponte, e construir uma casa no meio do mato, perto do mar, numa vila com pouco mais de 600 habitantes, é uma aventura e tanto. Principalmente para quem saiu de São Paulo, onde o tempo das p

Nancy Silva
17 de fev.2 min de leitura
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