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VLOG QUASE DIÁRIO


DIA 15 - O QUE NINGUÉM TE EXPLICA ANTES DA OBRA COMEÇAR
Financiamento para construção Galera da obra Este texto faz parte do Diário de Obra da Tetéia — uma sequência de registros sobre o processo de construir uma casa na Península de Maraú, Bahia. Depois de entender até onde dava para ir — e o que era necessário para que a obra começasse, como mostramos nos textos anteriores, que aparece não é exatamente clareza. É uma nova camada de dúvidas. Boa parte do que envolve financiamento para construção da Caixa só se entende na prática

Nancy Silva
21 de mai.2 min de leitura


DIA 12 - O QUE É NECESSÁRIO PARA COMEÇAR A OBRA
Financiamento para construção Tetéia em construção Este texto faz parte do Diário de Obra da Tetéia — uma sequência de registros sobre o processo de construir uma casa na Península de Maraú, Bahia. Isso ficou ainda mais claro quando percebemos que, em alguns casos, a realidade impõe decisões antes mesmo do projeto — como aconteceu quando entendemos que a água ia definir parte importante da casa. Construir com financiamento da Caixa não é apenas sobre ter crédito aprovado. É s

Nancy Silva
29 de abr.2 min de leitura


Dia 11 - FINANCIAMENTO CAIXA ECONÔMICA PARA CONSTRUÇÃO
Quando o projeto vira realidade Financiamento Caixa Este texto faz parte do Diário de Obra da Tetéia — uma sequência de registros sobre o processo de construir uma casa na Península de Maraú, Bahia, entre projeto, território e o que escapa de qualquer planejamento. Existe uma imagem comum quando se fala em construir uma casa: ela começa no projeto. No nosso caso, não exatamente. Ela começou com um projeto que cabia na nossa realidade financeira. A Tetéia é construída com recu

Nancy Silva
22 de abr.3 min de leitura


DIA 7: LIMITES, MATA NATIVA E O QUE REALMENTE FUNCIONA EM MARAÚ
Regina sabia o que funcionava em Maraú — materiais disponíveis, fornecedores, técnicas adequadas ao clima úmido do litoral da Bahia e, principalmente, o que não funcionava. Isso mudou completamente o rumo do projeto. Foi assim que evitamos construir um Pavilhão da Bienal no meio do mato. Desde o início ficou claro que a casa precisaria caber no território. O plano diretor do loteamento exigia 60% de área permeável, mas mais do que cumprir regra, queríamos preservar o máximo p

Nancy Silva
16 de mar.2 min de leitura


Dia 6 — PORQUE A ÁGUA GANHOU ESSA BATALHA
Chove e chove e chove. Nos meus delírios, eu queria uma casa modernista tropical em Maraú. Telhado embutido, linhas retas, vidro, brises perfeitos. Aquela estética minimalista versão tropical. Parecia possível — até o clima entrar na conversa. Aqui chove verticalmente, horizontalmente e metafisicamente. Brincadeiras à parte, aqui ainda temos um clima mais marcado, chove no inverno e os verões são de sol pleno - aliás, se você está planejando vir para a Península de Maraú, nes

Nancy Silva
20 de fev.2 min de leitura


Dia 5 — A VIDA PROVISÓRIA EM 36 m²
Gatos, caos e Raul: tente outra vez. Neni Nenê e Fruki Mozão Com um carro 1.0 alugado, morando em 36 m², dois gatos e um quarto que acumulava funções de escritório, ateliê, despensa e depósito, voltamos à estaca zero. Repetíamos como mantra: o mais difícil era o terreno. Isso a gente já tinha. Morávamos em frente ao Bar Santo Antônio, vulgo Bar da Toinha, numa rua carinhosamente apelidada de Passarela do Álcool. Olhando o copo meio cheio — fazendo do limão uma limonada, já q

Nancy Silva
17 de fev.2 min de leitura


DIA 4: CONSTRUTORES, BR-030 E A VIDA REAL DA OBRA
Como encontrar o construtor certo salvou nosso projeto Foto: Reprodução | Carlos Alberto Maier A busca por um construtor virou saga. Construir em Algodões exige alguém que entenda do território: solo arenoso, lençol freático muito próximo à superfície, vegetação nativa protegida, chuva e a epopeia de transportar tudo pela BR-030. Foi assim que encontramos o Alcinei. Conversamos com outras pessoas, mas com ele o santo bateu. Ele topou mostrar suas obras na região — algo essenc

Nancy Silva
17 de fev.1 min de leitura


DIA 3 — O PROJETO QUE NÃO CABIA NO BOLSO
O choque de realidade, o preço do metro quadrado e muita terapia. Chegamos em Maraú com um sonho, um projeto embaixo do braço e um carro alugado com minha amiga Beth Moura — que aparecerá mais vezes (nossa coach de obra, pioneira das casas financiadas em Algodões). No plano otimista, mudaríamos em um ano. A realidade: o projeto inicial tinha dois andares e mais de 300 m². Só aí entendemos o custo real de construir no litoral da Bahia, onde a logística é difícil e o terreno ex

Nancy Silva
17 de fev.1 min de leitura


Dia 2: DIA DE LAJE É DIA DE CHURRASCO
O programa da casa, a vida no capitalismo e a arquitetura desse novelão. Foto: @unakiki Dia de bater a laje é dia de churrasco e de começar a beber cedo. Ninguém seria capaz de me impedir. Fatos. Os bastidores dessa grande emoção vão ficar para redes mais pops — Instagram, TikTok, esses lugares onde só o Brasil entende a grandeza afetiva que é bater uma laje. Aqui, o papo é outro: como nasceu o projeto arquitetônico da Tetéia. Uma novela. Aprendi que, para os arquitetos, tudo

Nancy Silva
17 de fev.2 min de leitura


DIA 1: SONHAR A CASA NA PENÍNSULA DE MARAÚ
Bacurau é aqui e agora. Tetéia vem aí! Tudo era planta e mato. Nessa foto da esquerda para direita Rodris, Regina e Alcinei. Essa é a primeira publicação do Quase Diário da Tetéia e, como o nome sugere, não acontecerá diariamente, nem será linear. Até aqui muita água já passou por baixo da ponte, e construir uma casa no meio do mato, perto do mar, numa vila com pouco mais de 600 habitantes, é uma aventura e tanto. Principalmente para quem saiu de São Paulo, onde o tempo das p

Nancy Silva
17 de fev.2 min de leitura
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