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VLOG QUASE DIÁRIO


Dia 5 — A VIDA PROVISÓRIA EM 36 m²
Gatos, caos e Raul: tente outra vez. Neni Nenê e Fruki Mozão Com um carro 1.0 alugado, morando em 36 m², dois gatos e um quarto que acumulava funções de escritório, ateliê, despensa e depósito, voltamos à estaca zero. Repetíamos como mantra: o mais difícil era o terreno. Isso a gente já tinha. Morávamos em frente ao Bar Santo Antônio, vulgo Bar da Toinha, numa rua carinhosamente apelidada de Passarela do Álcool. Olhando o copo meio cheio — fazendo do limão uma limonada, já q

Nancy Silva
17 de fev.2 min de leitura


DIA 4: CONSTRUTORES, BR-030 E A VIDA REAL DA OBRA
Como encontrar o construtor certo salvou nosso projeto Foto: Reprodução | Carlos Alberto Maier A busca por um construtor virou saga. Construir em Algodões exige alguém que entenda do território: solo arenoso, lençol freático muito próximo à superfície, vegetação nativa protegida, chuva e a epopeia de transportar tudo pela BR-030. Foi assim que encontramos o Alcinei. Conversamos com outras pessoas, mas com ele o santo bateu. Ele topou mostrar suas obras na região — algo essenc

Nancy Silva
17 de fev.1 min de leitura


DIA 3 — O PROJETO QUE NÃO CABIA NO BOLSO
O choque de realidade, o preço do metro quadrado e muita terapia. Chegamos em Maraú com um sonho, um projeto embaixo do braço e um carro alugado com minha amiga Beth Moura — que aparecerá mais vezes (nossa coach de obra, pioneira das casas financiadas em Algodões). No plano otimista, mudaríamos em um ano. A realidade: o projeto inicial tinha dois andares e mais de 300 m². Só aí entendemos o custo real de construir no litoral da Bahia, onde a logística é difícil e o terreno ex

Nancy Silva
17 de fev.1 min de leitura


Dia 2: DIA DE LAJE É DIA DE CHURRASCO
O programa da casa, a vida no capitalismo e a arquitetura desse novelão. Foto: @unakiki Dia de bater a laje é dia de churrasco e de começar a beber cedo. Ninguém seria capaz de me impedir. Fatos. Os bastidores dessa grande emoção vão ficar para redes mais pops — Instagram, TikTok, esses lugares onde só o Brasil entende a grandeza afetiva que é bater uma laje. Aqui, o papo é outro: como nasceu o projeto arquitetônico da Tetéia. Uma novela. Aprendi que, para os arquitetos, tudo

Nancy Silva
17 de fev.2 min de leitura
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