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VLOG QUASE DIÁRIO


DIA 7: LIMITES, MATA NATIVA E O QUE REALMENTE FUNCIONA EM MARAÚ
Regina sabia o que funcionava em Maraú — materiais disponíveis, fornecedores, técnicas adequadas ao clima úmido do litoral da Bahia e, principalmente, o que não funcionava. Isso mudou completamente o rumo do projeto. Foi assim que evitamos construir um Pavilhão da Bienal no meio do mato. Desde o início ficou claro que a casa precisaria caber no território. O plano diretor do loteamento exigia 60% de área permeável, mas mais do que cumprir regra, queríamos preservar o máximo p

Nancy Silva
16 de mar.2 min de leitura


Dia 5 — A VIDA PROVISÓRIA EM 36 m²
Gatos, caos e Raul: tente outra vez. Neni Nenê e Fruki Mozão Com um carro 1.0 alugado, morando em 36 m², dois gatos e um quarto que acumulava funções de escritório, ateliê, despensa e depósito, voltamos à estaca zero. Repetíamos como mantra: o mais difícil era o terreno. Isso a gente já tinha. Morávamos em frente ao Bar Santo Antônio, vulgo Bar da Toinha, numa rua carinhosamente apelidada de Passarela do Álcool. Olhando o copo meio cheio — fazendo do limão uma limonada, já q

Nancy Silva
17 de fev.2 min de leitura


DIA 3 — O PROJETO QUE NÃO CABIA NO BOLSO
O choque de realidade, o preço do metro quadrado e muita terapia. Chegamos em Maraú com um sonho, um projeto embaixo do braço e um carro alugado com minha amiga Beth Moura — que aparecerá mais vezes (nossa coach de obra, pioneira das casas financiadas em Algodões). No plano otimista, mudaríamos em um ano. A realidade: o projeto inicial tinha dois andares e mais de 300 m². Só aí entendemos o custo real de construir no litoral da Bahia, onde a logística é difícil e o terreno ex

Nancy Silva
17 de fev.1 min de leitura
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